Festival do Rio 2011 – We need to talk about Kevin #pocket

17/01/2012 § Deixe um comentário

     Certamente um dos filmes mais aguardados do Festival e mais comentados no pós-Festival. O longa da cineasta Lynne Ramsay é baseado no best seller homônimo da escritora Lionel Shriver, que mostra da perspectiva da mãe, um assassino adolescente que realiza um massacre em sua escola. Já entendeu o porquê do buchicho, certo? Tema polêmico e abordagem idem. continue lendo

Sessão especial única do controverso “Red State” nos EUA

25/09/2011 § Deixe um comentário

     Hoje ocorrerá um evento simultâneo em algumas cidades norte-americanas, vários cinemas exibirão uma única sessão do controverso filme Red State de Kevin Smith, diretor de Dogma e Procura-se Amy. Depois da confusão no Festival de Sundance quando o diretor resolveu que iria distribuí-lo de forma independente, através do Smodcast Pictures e excursionando por várias cidades dos EUA para realizar apresentações, finalmente o longa vai poder ser visto pelo grande público, mesmo que de forma limitada e apenas por uma noite. Quentin Tarantino declarou que adorou, mas a crítica de uma forma geral não foi positiva com o thriller sobre fundamentalistas religiosos. Bom, pelo menos o elenco conta com John Goodman e a oscarizada Melissa Leo, e o teaser-trailer tem um conceito interessante, vejam só abaixo. Antes um detalhe cômico, a frase no cartaz acima que diz “um filme improvável daquele Kevin Smith”.

Na mira do chefe

09/06/2011 § Deixe um comentário

Atire primeiro, divirta-se depois

     Nenhuma expressão define melhor Na mira do chefe do que seu próprio slogan, utilizado aqui como título da resenha. Ele mostra exatamente o trunfo desta produção, a alternância perfeita entre o suspense e a comédia, originando um thriller com pitadas de humor politicamente incorreto. A foto do cartaz, que mostra o personagem de Colin Farrell segurando um sorvete com uma mão e um revólver com a outra, explicita bem essa lógica.

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Onde os fracos não têm vez

30/05/2011 § Deixe um comentário

A vez dos Coen

     O Oscar 2008 foi atípico. Para começar foi precedido por três intermináveis meses de greve do sindicato dos roteiristas, ameaçando o acontecimento da tradicional cerimônia do Kodak Theater. Nenhum ator norte-americano foi premiado, nem como coadjuvante. Fato inédito, já que o Oscar nada mais é do que a indústria hollywoodiana premiando a si mesma. Na categoria melhor roteiro original, nada de dramalhões. A estatueta careca foi para a comédia indie espertinha, Juno. Nada de Spielberg, Scorsese ou Clint Eastwood, nenhum dos usuais concorrentes estava na disputa. E o grand finale, os prêmios de melhor filme e diretor foram para os irmãos Joel e Ethan Coen.

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